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Medicamento
diluído e dinamizado,
Ao transportar para a prática clínica os conhecimentos das experiências no homem são e da lei
dos semelhantes, Hahnemann verificou que nas doses habituais ou ponderais algumas
vezes a ação da substância agravava muito o enfermo
(após o enfermo ter tomado o medicamento ele tinha uma piora
forte de seus sintomas, com duração de tempo variável) e passou a dilui-las. Quando Hahnemann se intoxicou com a tintura da planta
china (Chinchona officinallis), para experimenta-la, ele apresentou
sintomas graves que poderiam inclusive ter lesado seu organismo
(sintomas fortes de febre alta, calafrios, etc), num quadro sintomático muito parecido
com o da malária,
e que melhorou só após dias de sofrimento. A grande surpresa foi que nos sintomas de experimentação, ou seja,
na patogenesia, ao fazer a diluição
ao invés dos sintomas diminuírem foram ficando cada vez mais acentuados e sutis, de
acordo com a sensibilidade dos experimentadores. " Graças as observações de Hahnemann, os remédios
escolhidos de acordo com o pricípio de similitude são mais poderosos quando dados
diluídos e succionados: Como ele chegou a isso, exatamente, não se sabe. Pode se supor que
tenha percebido que agitando, o poder medicamentoso da substância aumentava. Mas o mais
provável é que ele tenha retirado esse procedimento da alquimia, não comentando isso
publicamente por receio de aumentar a ira e a rejeição Hahnemann preconizava o medicamento único nas experimentações,
por ser a única maneira de se avaliar e individualizar o real poder medicamentoso da
substância que estava sendo experimentada. Os fatos são:
Bibliografia
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construída por
Maria Thereza Cera
Galvão do Amaral
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