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Cinqüenta Milesimal - LM
Escreverei aqui suposições minhas, visando contradições e correções, a respeito deste método de preparação dos medicamentos, a cinqüenta milesimal, vulgarmente conhecida por LM. São elas :
Uns dos modos para se ter uma boa resposta à medicação é através de um estímulo
suave e constante, que pode ser melhor que o estímulo forte e espaçado. E com
isto ajudar a regular melhor a dose, para se controlar as agravações. Provavelmente para
Hahnemann também fazia os casos crônicos evoluírem mais rápido, assim como o ser teria
seu limiar aos noxas (suscetibilidade) aumentado com maior rapidez. Hahnemann, com a 6ª edição, pode ter chegado a conclusão que não era possível "A CURA". Que não existia esse fenômeno estático chamado "CURA", e que ela não seria o "gran finale" para algo chamado "DOENÇA". Devem existir casos em que a LM funcione melhor, e outros em que a
CH funcione melhor, e com as outras escalas idem, isto ainda precisa ser melhor
delimitado. Pode ser muito útil naqueles casos em que a repetição de doses se faz
necessária pela curta ação do medicamento, por mais bem elegido que ele tenha sido (
lesional grave ou incurável), e que a repetição freqüente das CH começa a ocasionar
excesso de informação no paciente, percebido principalmente pela famosa e desagradável
sensação que se está " perdendo o pé" do caso. Em tese, qualquer tipo de preparação de medicamentos homeopáticos que envolva trituração e/ou dinamização vai nos fornecer medicamentos que atuem pela lei de similitude de uma maneira mais refinada. Porém, tipos de preparação dos medicamentos não podem vir do nada, e quem estuda este tipo de assunto deve, aos clínicos, a exaustão no estudo sobre as preparações que já existem, antes que se aventurem por novos caminhos, inclusive para se conhecer a linha de raciocínio de Hahnemann dos CH até os LM.
Daí, sim, quem quiser que se aventure em vôos mais altos.
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construída por
Maria Thereza Cera
Galvão do Amaral
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