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Introdução
"Quando se considera a quanto tempo o cão é parte da sociedade humana, sem falar no impacto prático e emocional que eles tem tido em inúmeras vidas humanas, é surpreendente como nós sabemos pouco sobre o Canis familiaris . A vida e amores de lobos, coiotes, chacais e outras espécies selvagens de canídeos tem sido estudada em detalhes minuciosos, mas, com uma ou duas notáveis exceções (Lorenz,1954; Scott&Fuller,1965; Fox,1978), o cão doméstico tem sido largamente ignorado pelos cientistas, exceto quando se tornam um problema, ou quando tem sido usados como um substituto de humanos em pesquisas biomédicas e psicológicas. Esta aparente falta de bases científicas interessadas em cães é parcialmente devido ao estigma da domesticação. A despeito do fato de Darwin claramente ter derivado muito de sua teoria de evolução pela seleção natural do estudo de variedades de espécies domésticas, como os cães (Darwin,1868), os biólogos e estudiosos do comportamento mais modernos vêem os animais domésticos como anti naturais e portanto indignos ou impróprios como objeto de uma investigação científica séria (Clutton-Brock,1994). De acordo com este estereótipo, o cão doméstico é essencialmente um lobo rebaixado e corrompido, um anormal e portanto um artefato desinteressaste para um projeto científico humano, embora seja a única espécie (ou superespécie) biológica a nossa direita com a nossa complexidade e uma história evolucionária fascinante."
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construída e
administrada por Maria
Thereza Cera Galvão do Amaral
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