|
Baseado no site " www.feriasvivas.org.br" , ‘regras e precauções contra acidentes’.
‘regras e precauções contra acidentes em Homeopatia, válido para aplicadores e usuários’.
clínicos : a Homeopatia não ‘funciona’ de maneira semelhante à alopatia. E não é inócua. Então, se não for utilizada observando-se determinadas condições, aumentam muito as chances de acidentes ocorrerem. Pacientes: nada, absolutamente nada que se usa como medicamento neste mundo é inócuo. Homeopatia, alopatia, fitoterapia, etc. E o mesmo comentário vale para outros procedimentos terapêuticos como acupuntura, quiropraxia e etc. ‘Usar por usar’, ‘ se bem não faz, mal também não’, ‘eu entendo um pouquinho’, ‘fiz um curso de fim de semana sobre isso’. Quando ouvir algo do gênero, é melhor procurar outra pessoa para medicá-lo. De preferência alguém habilitado para fazê-lo. Clínicos: a Homeopatia tem uma lógica diferente da alopatia. Embora se possa usar a Homeopatia de maneira ‘alopatizada’, os resultados podem surpreender, tanto positivamente quanto negativamente. Por que ? Por que passamos anos na faculdade nos acostumando com a lógica de um tipo de terapêutica. Como podemos supor que em 15 dias, com um livro ou algo que o valha, saberemos instantaneamente usar a Homeopatia? Não é possível. Como contornar este problema ? Fazendo um bom curso de Homeopatia. Pacientes : a responsabilidade por um bom tratamento é tanto do clínico quanto do paciente. Pesquise a habilitação para prescrever Homeopatia do clínico que escolheu, antes de iniciar seu tratamento. E siga suas orientações. Clínicos: a Homeopatia em diversas situações é atraente ao clínico. E geralmente esta atração é proporcional ao tamanho do problema que está enfrentando com algum paciente. Mas se não for treinado para isso, resista a tentação de medicá-lo e encaminhe seu paciente para um clínico homeopata que lhe tenha sido indicado. Pacientes: não se auto medique, a não ser para acidentes caseiros comuns, como pancadas, cortes pequenos e outros. Muitas vezes, mais vezes do que o aceitável, a auto medicação é para o doente pior que a doença. Idem anterior. Clinicos: se a Homeopatia lhe atrai, faça um curso adequado. Procure indicações nas associações de classe correspondentes. ‘Ferramentas certas em mãos erradas, ou mal-treinadas, causam acidentes’. Pacientes: procure um clínico que tenha boas indicações e que tenha feito um bom curso de Homeopatia. A Homeopatia não é um ‘conhecimento divino adquirido por revelação’. Ela é uma terapêutica diferenciada, que não deve ser operada como a terapêutica dos medicamentos sintéticos ou medicamentos derivados de plantas. Seus prescritores devem ter aprendido como fazer esta prescrição e terem treinado a fazê-la. Em um certo nível, ela é uma ferramenta que pede que quem a use tenha sido treinado para isso. Clínicos: os procedimentos básicos em Homeopatia há muito estão definidos. Embora estejam sempre em desenvolvimento e não sejam estáticos ou estagnados. Mas existe um básico que garante procedimentos que dêem um mínimo de segurança e este básico está disponível em cursos de boa qualidade. A partir deste básico os clínicos podem derivar procedimentos diferenciados, mas sem brincar de ‘reinventar a roda’. Ou seja : se os procedimentos forem muito diferentes do que é a base da Homeopatia, pode ser até que funcionem muito bem, mas não são Homeopatia. Clínicos : Procure bons cursos, procure orientações com bons profissionais de Homeopatia, procurem bons livros sobre Homeopatia. Pacientes: Leiam sobre Homeopatia, procurem indicações conscientes.
|
construída e administrada por Maria Thereza Cera Galvão do Amaral |